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Perguntas e Respostas sobre:

A Homeopatia é um sistema médico completo que tem uma doutrina, uma semiologia e uma terapêutica dentro de um marco humanístico-científico e holístico. Baseia-se, portanto, em um tratamento composto por substâncias naturais em concentrações totalmente inócuas que põem em funcionamento mecanismos de sensibilidade nos seres vivos e que não contravém às reações naturais do mesmo. Seus fundamentos mais avançados se reafirmam na teoria do estímulo constante de uma parte ou de todo o sistema vital para atingir sua reação e a cura espontânea. A Homeopatia tem como base entre outros na Lei das Semelhanças onde Hahnemann pela primeira vez incorporou o termo “Homeopatia” (homoios), que significa em grego, «semelhante», e pathos «sofrimento» nascendo no ano de 1796. Tanto Hipócrates (século 4° A.C.) e Paracelso no início do século XVI, já fizeram suas observações sobre a ação terapêutica dos semelhantes «Similia Similibus Curentur» (curar com uma substância que é capaz de produzir o mesmo quadro sintomático). O complexos homeopáticos Enzivet são desenvolvidos por meio da farmacotécnica homeopática, principalmente pela dinamização (diluição + sucussão e/ou trituração) que utiliza o princípio da similitude, e obtido pelos procedimentos de diluições e sucussões.
- Lei dos semelhantes; - Experimentação animal sadio; - Doses mínimas e dinamizadas; - Escola Complexista = Complexo Homeopático (escola unicista = remédio único).
A homeopatia procura encontrar uma substância onde a superdose causaria sintomas similares aos que experimenta em uma pessoa doente. Uma vez determinada a relação, se administra a substância em doses muito pequenas e seguras com efeitos certos. Os Homeopatas definem o princípio subjacente ao processo de emparelhamento como Princípio da Similitude ou Semelhança. Este princípio não é desconhecido para a medicina convencional. As imunizações (VACINAS) se baseiam no princípio dos semelhantes. Segundo comentários de Hahnemann sobre a aplicabilidade geral da Lei da Semelhança, data de 1789, quando traduziu a obra: “Tratado de Matéria Médica”, hoje conhecida como Farmacologia, do médico francês William Cullen, no capítulo sobre o Quinina. A lei da semelhança não é de Hahnemann e sim de Hipócrates, só que o primeiro experimentou a mesma. A academia acredita nesta lei, mas não assim em “Doses Infinitesimais” ou mínimas. Medicamento “simillinum” é aquele que ocupa todos os sintomas que desejamos e atua no campo vital (diga-se de forma mais atualizada energia química). É comum e aceitável que cada planta, mineral ou substância química possa gerar, sem ingerir superdoses, uma série própria e única de sintomas físicos e gerais. A máxima “SIMILIA SIMILIBUS CURENTUR”, ou seja, o semelhante deve ser curado com o semelhante, quer dizer que o doente deve ser curado com o remédio cujos sintomas desenvolvidos no individuo sadio sejam idênticos ou mais semelhantes aqueles do indivíduo doente. Existem duas formas básicas de curar: combatendo-o, ou seja, através da LEI DOS CONTRÁRIOS, e também através da LEI DOS SEMELHANTES, quando procuramos que o organismo reaja, combatendo o mal que o aflige. A ideia era utilizar uma substância que provocasse sintomas semelhantes aos observados no indivíduo doente, se fosse usada uma grande quantidade desta substância, o resultado seria tornar o indivíduo, já doente, ainda mais doente, e com os mesmos sintomas. Hahnemann usou a mesma substância (Lei da Semelhança), porém em quantidade pequena, ou, bem pequena. A terapêutica, portanto se baseia em pilares sólidos como são: -Na Homeopatia não há doenças e sim doentes. Se estivermos enfraquecidos, sem reservas, teremos problemas, porque nosso organismo estará fraco e sem resistência. No Sistema Homeopático não devemos tratar parte do corpo, mas sim também tratar o corpo todo. Por exemplo: se o animal tem infestação na pele por carrapatos, moscas dos chifres, berne ou bicheira, não é a pele apenas que está doente, mas é também seu corpo. Então, temos que tratar os parasitas, mas também seu corpo na totalidade. Doenças são desequilíbrios! O Sistema Homeopático visa restaurar ou recuperar o equilíbrio da totalidade. Sintomas não são doenças por isso, quando tratamos os sintomas, as doenças continuam. -Quando acontece esta semelhança, o animal ou pessoa sente uma hipersensibilidade sobre a substância. Assim, as pequenas doses atuam em uma versão biológica da Ressonância Dinamizada a mais de 24X ou 12C, que talvez não contenha nenhuma molécula da solução original, mas se afirma que algo fique: a essência da substância, sua energia e seu modelo.
A força vital é definida como a unidade de ação que rege a vida física, conferindo-lhe as sensações próprias dos organismos vivos. Este princípio é dinâmico, imaterial, distinto do corpo e do espírito e integra a totalidade do organismo. Todos os fenômenos fisiológicos que regem a vida são dependentes desta força. Claro, que tendo em conta a superioridade e complexidade do homem em comparação com os animais e vegetais. A força vital apresenta-se de forma diferente entre todos os organismos vivos. A presença ou ausência deste princípio vital mostra que é o responsável pela vida ou pela morte, respectivamente. O desequilíbrio da força vital gera manifestações ou sintomas físicos e de comportamento que origina aquilo que denominamos doença matem-dose, as partes do organismo no estado de saúde sempre em harmonia ou equilíbrio, por isso a saúde é o estado do indivíduo cujas funções orgânicas, físicas e comportamentais se acham em situação normal. Não podemos esquecer que o fenômeno vida está relacionado a existência de força além da própria matéria. Hahnemann deixa bem claro que a força vital é um poder ilimitado que governa o organismo e ao mesmo tempo o conserva para um funcionamento harmônico, também descreve que o papel capital da força vital e ser agente mantenedor da vida e elemento diferenciador entre a vida e a morte, entre a composição e a decomposição orgânica.
O modo de ação dos medicamentos homeopáticos, mesmo tendo seus resultados positivos, indicam a necessidade de aclarar estes mecanismos de ação. Os medicamentos homeopáticos com potência abaixo de 12CH, baseando-se na constante de Avogadro, indicam a existência de solutos na ordem de nano micras, sendo essa a explicação clara de sua atividade e funcionamento, semelhante ao mecanismo de ação das vacinas, apesar dos homeopáticos possuírem menos concentração de soluto. Outras teorias poderiam constituir numa explicação do modo de ação da homeopatia quando as diluições se encontram acima do número de Avogadro, sendo estas as teorias da informação e do estimulo. A teoria da informação, pressupõe que o medicamento muito diluído quando ingerido, não tem nenhum efeito sobre o sistema imune, portanto representa somente uma informação. Esta informação por sua vez, é essencial para que o organismo imune a converta em uma ação mais eficaz ou mais rápida contra as enfermidades, e esta teoria se sustenta no funcionamento da memória da água. Nas moléculas de água, esta propriedade se atribui a que a água copia e guarda as estruturas de outras moléculas (rastro da molécula original). A teoria do estímulo pressupõe que o medicamento altamente diluído tem um efeito muito pequeno, mas que mesmo não estando em condições de reforçar os sintomas ou a causa, atua sobre o sistema imunológico, estimula a melhoria e mais rápida ação contra uma enfermidade. Em resumo, a homeopatia tem como objetivo principal ativar os mecanismos da autocuração. Tudo isto significa que sua aplicação tem sentido nas enfermidades nas quais o corpo do animal ainda é capaz de autorregular-se. Qualquer medicamento seja alopático ou homeopático, desde que forme um dipolo, o aquoso age sobre um receptor. O dipolo induz a formação de uma gaiola de água à sua volta (agrupamento de memória/cluster). Esta estrutura de água age como se fosse uma limalha de ferro sendo atraída pelo receptor correspondente na superfície da membrana celular, tendo o mesmo poder de dispará-lo, do mesmo jeito que a substância pura que lhe deu origem (soluto). O mecanismo de ação do medicamento homeopático é um dos temas que mais têm intrigado os homeopatas. Desde que Avogadro estabeleceu sua constante, sabemos pela lei das probabilidades que numa diluição acima de 12CH a chance de encontrar uma molécula do soluto no solvente é zero. Para a farmacologia moderna ela só admite ação medicamentosa quando se encontra soluto no solvente, o que é chamado de quantidade ponderável. Mesmo assim, abaixo de 12CH ainda existe substância no soluto. No entanto, a atividade terapêutica da maioria das drogas chega a zero numa diluição em torno de 4CH. Se neste ponto aconteceu um zero farmacológico não se justificava mais continuar diluindo. A lógica para eles é esta, o que se pode esperar para além de um zero farmacológico? “O Zero dos Efeitos Farmacodinâmicos dos Medicamentos.” “A prescrição de doses na cercania do Zero Farmacodinâmico e seus deslocamentos por fatores devidos ao sujeito, explicam facilmente que uma mesma dose de um hipnótico, pode produzir em alguns, SEDAÇÃO e em outros a EXCITAÇÃO”. O mais interessante é que não existe apenas um zero farmacológico. Na diluição 17C ocorreu outro zero farmacológico. Em diluições entre 17C e 19C novamente um efeito desidratante. (Maria Eugênia Garcia - Tese de Doutorado - Alterações de Propriedades da Água por Processos Físicos e Químicos – 2004). Hahnemann certamente não sabia sobre o zero farmacológico das substâncias de uma diluição em torno de 4CH, pois ele viveu antes da farmacologia moderna, e da descoberta da constante de Avogadro. Por não ter este conhecimento, ele continuou diluindo os seus medicamentos além das 12CH (onde não há mais moléculas do soluto nestas diluições), sempre na esperança de fugir dos efeitos colaterais. A farmacologia ortodoxa ainda tem muito que aprender após reproduzir estes trabalhos sobre os efeitos farmacológicos de substâncias diluídas além de um 5CH. Com certeza, estes estudos confirmarão o que já foi comprovado. Verão que uma substância ora dispara o seu receptor com um vetor positivo, ora não dispara (zero farmacológico), ora o dispara com um vetor negativo. Por se tratar de uma senóide, estas ações se repetirão várias vezes se aplicadas a diluições cada vez mais altas. É possível medir “in vivo”, ou “in vitro”, a ação de uma substância, mesmo em diluições mais elevadas, Hahnemann conseguiu fazer isto “in vivo”, e até hoje os homeopatas conseguem fazer o mesmo através das patogenesias. Os alopatas alegam que tudo o que fazem os homeopatas não passa de efeito placebo. Já que “in vivo”. Será que não se pode reproduzir esta mesma ação “in vitro”, com unicelulares ou células isoladas? Dr. Bernard Vijnovsky, da Argentina emite uma hipótese para reproduzir este tipo de ação “in vitro”, com unicelulares ou células isoladas de que os efeitos patogenéticos de uma substância em nosso organismo podem ser anulados pela ação de outra substância cuja fórmula estrutural apresente uma semelhança com a primeira. O Modelo Isopático pode mostrar que um veneno pode ser anulado pelo mesmo veneno em diluições mais altas. Um teste simples seria testar o efeito bacteriostático de um antibiótico em várias diluições. Se o raciocínio acima estiver correto, em certas diluições ele impedirá o crescimento da bactéria, em outros ele não terá qualquer efeito e outras ele exercerá um efeito antagônico sobre o antibiótico mais concentrado, impedindo que ele dispare o receptor e provoque a paralisia de uma via metabólica essencial para a multiplicação da bactéria. As moléculas de água se atraem porque possuem cargas positivas e negativas. A molécula de água possui uma carga negativa no oxigênio central e pequenas cargas positivas nos hidrogênios, o que dá origem a um dipolo (imã). Por ser polar, há uma força de atração chamada íon-dipolo entre a água e um íon de carga oposta. As moléculas de água tendem a orientar qualquer tipo de íon e faz com que permaneçam associadas com ele. O íon se torna hidratado ou solvatado. O número de moléculas de água diretamente relacionadas com cada íon depende do tamanho do íon e da magnitude de sua carga. Embora estas ligações sejam fracas, ao redor de cada molécula de água, agrupam-se outras quatro moléculas de água que se unem entre si através das pontes de hidrogênio. Pode-se comparar este efeito com o de um imã, atraindo as limalhas de ferro. Conhecem-se as características físico-químicas da água potável e para uso de alopáticos, que é diferente daquela empregada para elaboração do medicamento homeopático, e como consequência sua ação biológica. A Biologia Molecular tem estudado com interesse a ligação entre as moléculas de água, pois elas estabilizam diversas proteínas e estruturas helicoidais essenciais para os seres vivos. Os médicos que praticam Isopatia (terapia pelo igual) têm resolvido quadros alérgicos através do poder inibidor que possuem os alergênicos quando são aplicados em doses infinitesimais por via oral. Os Isopatas usam como medicamento a mesma substância que foi capaz de desencadear o processo alérgico. As mesmas coisas fazem os Ortomoleculares diante de qualquer intoxicação por alumínio, cádmio, mercúrio, etc. Uma mesma substância diluída, de acordo com a lei de Arndt- Shulz: a) Excita a atividade fisiológica (efeito agonista); b) Retarda-a (efeito antagonista); c) Interrompe-a (zero farmacológico). Uma solução, mesmo que a composição soluto-solvente seja a mesma, em diluições sucessivas, apresenta propriedades físicas diferentes e detectáveis através de certos métodos, por exemplo: cristalizando a solução, observando sua ação terapêutica, etc. A estrutura formada pelas moléculas de água ao redor das biomoléculas é responsável pela atividade destas nos organismos. Uma molécula polar em meio líquido age sobre o seu receptor não diretamente, mas através do seu agrupamento ou gaiola elétrica (envoltório de água induzido por ela). Se pelo menos uma das ações da Acupuntura pode ser explicada pela teoria dos receptores, através da liberação de endorfinas, não está longe de se provar também que o efeito do medicamento homeopático se dá através dos receptores. Em geral, solutos moleculares que são polares ou aqueles que podem formar ligações de hidrogênio, são solúveis em água. Em geral, substâncias polares se dissolvem em substâncias polares, enquanto que as apolares se dissolvem em outras apolares. O que dá sentido à regra “semelhante dissolve semelhante”. Avaliando a existência dos agrupamentos de água e a teoria dos receptores, torna-se possível explicar a ação do medicamento homeopático. Podemos admitir que a ação do medicamento homeopático poderia ser comparada com uma limalha de ferro (medicamento homeopático, ou sua respectiva gaiola elétrica), agrupamento de memória de água que permanece no meio líquido mesmo na ausência da substância que o estruturou. A partir desta atração magnética entre o medicamento homeopático e o seu receptor ocorre o disparo do mesmo, o que equivale a uma sequência de reações químicas capazes de ativar determinadas vias metabólicas necessárias para o funcionamento da homeostase (força vital). O conceito de modelo é muito importante no campo da biologia, e muito mais agora com o desenvolvimento da biologia molecular e a medicina farmacológica, nano tecnológica. Em nossos organismos, 2,5 milhões de glóbulos vermelhos ou eritrócitos morrem a cada segundo, no entanto nascem novos em número similar. A cada sete anos, todas as células do nosso organismo têm sido reempregadas. Nesse momento não temos as mesmas células, tampouco temos deixado de ser a mesma pessoa, e somos a mesma pessoa porque o modelo subjacente de nosso ser persiste.
- Sistema Enantiopático: É regido pela lei dos contrarios ( Enanthos = contrario e Pathos = doença ) ex . antitermico, antiespasmodico, antidepresivo. E um sistema organicista. - Sistema Alopático : Esta governado pelas leis dos diferentes (grego allos= outro e pathos = doenças). Ex: sangrias, sanguessugas, vermes, ventosa, etc. - Sistema Isopático: (do grego Isos = igual e pathos = doenças), consiste no tratamento de doenças por meio de produtos extraidos de proprio mal. De órgão afetado ou de agentes etiológicos . Ex: soros e vacinas. Uso de nosódios (Bioterapêuticos) - Sistema Médico Homeopático: basado na lei dos semelhantes do grego Homeoio = semelhante e pathos = doenças.
1- Escola Unicista ou Escola Ortodoxa de Hahnemann e Ken: são divididas em duas correntes, sendo alta potência e baixa potência. Emprega-se somente um único ingrediente ativo. 2- Escola Alternista: usa um remédio principal, agregando outros medicamentos ou drenadores, em horários diferentes para a mesma situação, trabalhando com potências centesimais. 3- Escola Pluralista: são usados muitos medicamentos homeopático para tratar vários sintomas, com a finalidade de cobrir uma única doença. 4- Escola Organicista: trata o órgão adoecido e seus sintomas. As prescrições são feitas pelos sintomas físicos. Organotrópicos são também uma tendência da homeopatia atual. No entanto, dá importância também às reações individuais, aspectos próprios que se incorporam cada dia mais na medicina contemporânea, ortomolecular, nanotecnologia, nos avanços da biologia molecular, engenharia genética, toxicologia, convertendo-se, portanto, em uma homeopatia veterinária atual e moderna. 5- Escola Multixista: muitos ingredientes ativos numa única fórmula, baixas dinamizações, policrestos de acordo com a situação orgânica e valoriza a doença e doente. 6 - Escola Pluralista: usa muitos ingredientes homeopáticos numa única fórmula para tratar diversos sintomas. Na prática, esta corrente pluralista também dá importância à similitude anatomopatológica, e resta importância da medicina veterinária aos sintomas psíquicos, sendo de grande utilidade na homeopatia humana. 7 - Escola Neo-Hipocrática: mistura ingredientes ativos homeopáticos e alopáticos. 8 - Escola Complexista: outras formas heterodoxas de utilizar os medicamentos homeopáticos têm como base a biologia molecular, e se denominam Complexismo, com a prescrição de misturas fixas de remédios homeopáticos frente a determinadas infecções e síndromes que em certas ocasiões podem incluir nas formulações fármacos, fitoterápicos e outras substâncias não residuais e não tóxicas, onde é cumprida a lei de semelhança e experimentação. Alguns homeopatas veterinários proclamam a necessidade de uma “Plurifarmacologia”, empregando vários remédios alternados em curto espaço de tempo, usando remédios drenadores junto com remédios constitucionais.
Todas as espécies de animais domésticos, de estimação, silvestres e de produção aquícola.
A frequência da administração do medicamento homeopático depende de diferentes fatores, características do animal, doenças, estado físico e constituição da fórmula. Como norma geral, o tratamento deve permanecer no tempo em que durar a doença, ou enquanto os agentes patógenos não se encontram controlados ou eliminados.
A produção intensiva de animais produtivos e monocultura agrícola têm se tornado uma tendência assustadora e devastadora que há levado à propagação de grande infestação de pragas, insetos, fungos, bactérias, parasitas, ácaros e vírus produtores de doenças. No entanto, poucas práticas alternativas para tratamentos profiláticos, terapêuticos e aumento de produtividade através de manejos sustentáveis foram introduzidas com objetivo de não incrementar os resíduos tóxicos e nem pressionar a resistência de agentes patogênicos nos animais e plantas. Perto de três milhões de toneladas de agrotóxicos são despejadas anualmente no planeta, contaminando solo, água, animais domésticos e silvestres, vegetais, com efeitos residuais que, sem dúvida, voltam-se contra o ser humano. Ainda assim, continuamos aplicando tratamentos, pesticidas, produtos quimioterápicos alopáticos sem um controle sustentável, e desconsiderando a grande ferramenta que constitui a homeopatia veterinária e a fitoterapia, para uso animal e vegetal. Apesar de haver produtos homeopáticos veterinários no mercado brasileiro, não contamos com tradição a respeito do uso massivo para o controle de infestações de carrapatos, mosca do chifre, bernes, miíases, moscas domésticas, vermes, assim como para tratar outras principais patologias que dia a dia padecem os animais domésticos e selvagens. No entanto, temos a certeza que esta tradição ou relação irá aumentando com o tempo, com respeito ao uso dos homeopáticos na pecuária brasileira familiar e no agronegócio. No estado do Rio Grande do Sul, estes produtos estão sendo mais procurados para aplicação em gado de leite, de corte, equinos, ovinos, caprinos, bubalinos e também em pets, assim como, recentemente, para uso em animais de zoológicos e selvagens. Apesar da homeopatia ser uma ciência médica e veterinária constituída há mais de um século, e criada por médicos e veterinários, além de existirem suficientes resultados de pesquisas na França, Estados Unidos, Alemanha, Colômbia, México, Argentina e Brasil, ainda encontramos profissionais que acreditam que muitos dos resultados não estão cientificamente fundamentados em comparação aos estudos que se realizam com produtos alopáticos.
1 - Dentro de 10 anos, segundo estimativas, obter uma participação de 20% no mercado de produtos veterinários. 2- Pesquisar e esclarecer cada dia mais os mecanismos de ação; 3 - Obter produtos homeopáticos inovadores que garantam a segurança alimentar; 4 - Diminuir a contaminação química e tóxica do meio ambiente, nos animais e de quem o aplica; Existe uma falsa crença de que o medicamento homeopático possui ação lenta, razão pela qual o tempo da resposta do organismo para com o remédio deixaria a desejar. Na verdade, este é um preconceito gerado por uma desinformação popular, que muitos contrários à homeopatia divulgam. Está comprovado que o tempo de reação do organismo é proporcional ao tempo de afecção, porque teremos, dependendo de cada caso, resposta em poucas horas, porém, se a afecção estiver instalada há anos (processo crônico), teremos uma resposta do organismo mais demorada, no entanto a cura poderá se obter em meses ou anos, dependendo de cada caso. Da mesma forma, outro grande preconceito é o fato de que não devemos usar a homeopatia em afecções onde existe risco de morte ou nas patologias graves, devendo-se usar o tratamento alopático. Para o Homeopata, não existe patologia incurável, o que pode existir é o indivíduo incurável, ou seja, aquele que com sua energia vital esgotada, e receptora de funcionalidade bloqueada não responde ou pouco responde à medicação.
Atualmente mais de 85 % dos produtos homeopáticos veterinários são fornecidos junto ao sal mineral, ração, suplemento proteico, sal comun ou líquido. Outra forma de oferecer homeopático aos animais, especialmente ovinos e caprinos, é diluir o produto na água e aplicá-lo mediante seringas (per-os). Pode-se também pulverizar (banhar) o animal, e polvilhar nas instalações e também nos animais.
O uso de produtos homeopáticos já se caracteriza numa exigência para alcançar cada vez mais uma melhor condição de segurança alimentar, nos mercados nacional e internacional, e desta forma, conscientizar-se da importância de se obter um alimento seguro através de métodos sustentáveis. A segurança alimentar é um critério que vem ganhando mais espaço para ficar definitivamente, sendo definida como o estado existente quando todas as pessoas, em todos os momentos, têm acesso físico e econômico a uma alimentação que seja suficientemente segura, nutritiva e que atenda às necessidades nutricionais e preferências alimentares, de modo a propiciar vida ativa e saudável. Como resultado desta política da FAO e OMC, alguns países adotam “Barreiras Sanitárias” a produtos alimentícios a fim de garantir alimentos saudáveis e sem perigo, sejam de origem química com o uso de antibióticos, aditivos, hormônios, promotores de crescimento; biológicos, como vírus, bactérias, toxinas e parasitas; ou, físicos incorporados durante o processo de fabricação dos alimentos, provindos principalmente dos próprios equipamentos, quando ocorre manutenção inadequada, ou se incorporam ao alimento, por exemplo, pedaços de borracha, metal, entre outros resíduos, ou por último, acontecer também durante o transporte ou a colheita do alimento. Precisamente, o uso de produtos homeopáticos constitui uma importante alternativa superior nesta política da FAO-OMS para fortalecer, proporcionar e lograr os objetivos desta política que orienta sobre Segurança Alimentar.
A homeopatia veterinária vem tendo aceitação crescente no agronegócio devido a sua eficácia e ao seu baixo custo. E, pelo fato de não apresentar substâncias tóxicas e resíduos prejudiciais à saúde humana, animal e ao meio ambiente, possui caminho livre mesmo nos protocolos mais exigentes dos mercados nacional e internacional. Atualmente a homeopatia veterinária possui amplo espectro de ação, aplicando-se a diversos tipos de agentes patógenos que provocam enfermidades. Os exemplos mais destacados são para controle de carrapatos, bernes, moscas de chifres, e nas principais verminoses assim como na prevenção de mastite, papilomatose, cisticercose bovina, ceratoconjuntivite, etc. Além disso, os medicamentos homeopáticos estão sendo usados para facilitar o parto dos animais em suínos e bovinos, melhorar a eficiência reprodutiva dos rebanhos, e melhorar a qualidade do leite produzida referente à contagem de células somáticas (CCS), e contagem bacteriana total (CBT) no leite. A homeopatia veterinária encara restrições e alguma desconfiança por uma parte da população e pesquisadores, que, ainda em crescimento se reconhece só como uma medicina alternativa, por existirem poucos estudos científicos que comprovem eficácias. Além disto, há o mito de que os medicamentos homeopáticos são lentos nos seus efeitos, mas este tipo de preconceito tem sido desfeito na prática, pois podem ser utilizados tanto em casos crônicos, como agudos. A Homeopatia já está oficializada como especialidade em várias faculdades federais de Medicina Veterinária do Brasil, e também se encontram ativos alguns cursos de Homeopatia para veterinários no Brasil, cursos esses avaliados pela AMVHB – Associação dos Médicos Veterinários Homeopatas Brasileiros, entidade que obteve uma grande vitória no ano de 2000, ao conseguir junto ao Conselho Federal de Medicina Veterinária o reconhecimento da Homeopatia como especialidade Médico Veterinária, concedendo o título de Especialista a aqueles veterinários homeopatas que forem aprovados no exame aplicado para AMVHB.
1-Por sua eficácia no controle diário de doença e melhora do estado físico do rebanho; 2-Por falta de soluções na atualidade das terapias existentes; 3-Como método alternativo terapêutico e profilático para grandes e pequenos animais, afetivos, selvagens e de zoológicos; 4 -Pelas sequelas deixadas por outras terapias alopáticas; 5 -Devido aos alopáticos aumentarem gradualmente os custos de produção da pecuária animal; 6 -Os prejuízos na qualidade de produtos industrializados, como o leite e seus derivados; 7-Pela adubação excessiva, e utilização cada vez mais frequente e intensa de pesticidas e herbicidas que afetam os animais e os homens; 8-Cada vez mais incrementa-se o espaço para a agricultura natural no Rio Grande do Sul; 9-Está sendo cada vez maior a produção de produtos biológicos e naturais ecologicamente corretos para saúde dos solos, plantas, animais, e o homem; 10- Pelo equilíbrio entre ecologia e economia na agricultura para uma vida mais sustentável;
Surge uma nova homeopatia para uso nos animais, a qual se denomina homeopatia veterinária avançada, onde a Enzivet esta inserida, sendo aplicada num individuo ou em população de animais (rebanhos). A Homeopatia avançada é uma tecnologia dentro da escola Complexista, classificada como terceira geração. Esta tecnologia esta sendo introduzida no Brasil na área da medicina veterinária. Tem como base o uso de complexos homeopáticos que incorpora em cada fórmula, sendo esses diversos ativos homeopáticos (vegetal, mineral e biológico), todos incorporados a veículos naturais. A escolha destes ativos baseiam-se em resultados de análises químicas, técnicas biomoleculares, uso de organismos imunoprotetores de cada espécie, escala centesimal, potência por abaixo do número de Avogadro, entre outros, e por isso responde favoravelmente as condições clínicas do animal em particular e rebanho, com resultados de cura, melhoria da condição de saúde e produtividade pela ação e efeito destes medicamentos.
Para o presente, está sendo determinado os mecanismos de ação destes importantes medicamentos homeopáticos por meio de análise e estudos físico-químicos, cito-histopatológico, bioquímicos, biológicos, imunológicos e de comportamento. O segundo eixo sobre pesquisas clínicas, onde se compara o medicamento homeopático com outros medicamentos alopáticos e placebos. Já o terceiro eixo, é aquele encaminhados aos estudos fármaco-epizootiológicos e observação, envolvendo aos médicos veterinários e pecuaristas.
- O Homeopata deve ser capaz de contribuir para manter um bom ambiente, que promova os valores individuais e interações desta ciência com os resultados. - Deve demonstrar respeito pelos indivíduos que trata e reconhecer os direitos dos animais e donos. - Respeitar o Código Deontológico da Homeopatia na relação profissional com os colegas e outros profissionais da agropecuária e saúde. - Mostrar disponibilidade e abertura relativamente aos colegas de trabalho para cooperar, aceitar a perícia dos outros, articular a sua participação pessoal com a dos outros nas respectivas ações. - Demonstrar a sua capacidade para trabalhar eficazmente em equipe seja com os colegas de profissão, ou com outros profissionais, assim como também colaborar de forma interdisciplinar com base no conhecimento e respeito mútuo dos diferentes papéis e escolas.
Método Hahnemanniano: O Método Hahnemanniano é um processo de manipulação de medicamentos homeopáticos utilizado em farmácias homeopáticas, que utilizam as escalas centesimal, decimal e cinquentamilesimal (ANVISA, 2011a; Biblioteca Virtual em Saúde, 2006). A mais usada em todo mundo, centesimal. Diluição: (centesimal) CH1 = 1/100 Hoje pode ser feita até CH1000 ou mais. Método Korsakoviano (K): O Método Korsakoviano também conhecido como Frasco Único (Hatada, 2004) é um processo de manipulação de medicamentos homeopáticos em farmácias homeopáticas, que no Brasil é utilizado para preparações a partir da diluição de 30CH em etanol 77% (v/v) (ANVISA, 2011; Hatada, 2004). Para obter a 31ª diluição Korsakoviana (K31), coloque, num frasco de 20 ml, 5 ml de insumo ativo (30ª diluição centesimal). Emborque o frasco, deixando o líquido escorrer livremente por cerca de 5 segundos. A diluição aderente às paredes do frasco constitui o insumo ativo (ponto de partida) para a diluição seguinte. Coloque no frasco 5 ml de etanol diluído e proceda a 20 sucussões vigorosas. Designe esta diluição por K31. Método de Fluxo Contínuo (FC): O Fluxo Contínuo é utilizado para produção de potências mais altas de forma mais rápida, pois a diluição e a agitação ocorrem simultaneamente. De acordo com a Farmacopeia Homeopática Brasileira, o método de Fluxo Contínuo se realiza a partir da diluição de 30CH em etanol 77% (v/v), segundo ANVISA, 2011 e Lopes, 2008.
É o método bastante utilizado na farmacotécnica homeopática na preparação de medicamentos, através da diluição de insumos ativos em insumo inerte adequado, seguida de sucussões e/ou triturações (ANVISA, 2011a; CÉSAR, 2003; HOMEOPATIA VETERINÁRIA, 2009; TEIXEIRA, 2006). É necessário ter clareza de que não existe homeopatia ou produto/medicamentoso homeopático, sem dinamização dos ingredientes ativos. A Dinamização acontece através da diluição dos ativos em insumo inerte adequado seguida de sucussões e/ou triturações. Deste procedimento com as substâncias medicinais, foi onde Hanemann criou seu Método de Dinamização (diluições sucessivas e agitações vigorosas), utilizando o conteúdo final para preparar seus medicamentos. Assim, experimentou com quantidades cada vez menores de medicamentos, até chegar a produzir as denominadas doses infinitesimais, ativação de solventes polares, cumprindo com as leis da homeopatia também nas doses infinitesimais, que determinam o desenvolvimento de fenômenos biológicos na célula, porque cumprem com a lei da farmacoterapia de Schultz que diz: “Toda excitação provoca numa célula um incremento ou uma diminuição de sua função fisiológica em relação à intensidade débil ou forte da excitação”. A lei biológica fundamental de Arndt afirma que as pequenas excitações provocam uma atividade vital, as médias se incrementam, asfortes se anulam em parte, e as exageradas se anulam totalmente. Ao processo conjunto, de diluição e agitação, Hahnemann deu o nome de Dinamização (dínamo ou força).
É o movimento de agitar verticalmente de forma vigorosa e constante as soluções de fármacos sólidos e líquidos, diluídos e dissolvidos em insumo inerte adequado, em anteparo semirrígido (ANVISA, 2011a; HOLANDINO et al., 2007). A Sucussão pode ser manual ou mecânica (ANVISA, 2011a; CÉSAR, 2008; HOLANDINO et al., 2007). Para o processo de Sucussão Manual, o manipulador deve realizar com uma das mãos cem movimentos de agitação vertical (HOLANDINO et al., 2007). Na Sucussão Mecânica, utiliza-se o aparelho chamado de erradamente Dinamizador, corretamente (braço Mecânico), no qual também são realizados cem movimentos, simulando o movimento do braço humano (ANVISA, 2011a; CÉSAR, 2008).
Denomina-se potência ao número de vezes que a substância foi Dinamizada. Quanto mais Dinamizada, maior a potência do medicamento. Do ponto de vista homeopático quanto mais Dinamizado e, portanto, mais diluído, mais potente é o medicamento, assim como clinicamente é potente. Potência, portanto, refere-se ao número de Dinamizações que foram realizadas ao medicamento homeopático, além de indicar o poder medicamentoso, quando um homeopata recomenda um remédio homeopático, junto ao nome desse remédio aparecerá um número seguido de umas letras. Por exemplo: NATRUM MURIATICUM 15CH. NATRUM MURIATICUM (sal comum) é o nome da substância que contém o remédio em que 15, representam a potência, e CH o tipo de diluição.
A tintura-mãe é a forma farmacêutica líquida que origina as diferentes formas e diluições de medicamentos homeopáticos, sendo preparada pela extração de substâncias vegetais ou animais, dissolvidas e/ou extraídas por maceração ou percolação em uma solução hidroalcoólica (ANVISA, 2011a; HOMEOPATIA VETERINÁRIA, 2009).
São preparações medicamentosas obtidas a partir de produtos biológicos vivos ou secreções, excreções, tecidos, partes de órgãos sadios ou patológicos, de origem microbiano, ou alérgicos. Essas preparações, quando de origem patológica, denominam-se Nosódios e não patológicos Sarcódios, sempre elaborados conforme a farmacotécnica homeopática. Classificam-se como Isoterápicos (autoisoterápicos e heteroisoterápicos). Os Autoisoterápicos são isoterápicos cujos insumos ativos se obtêm do próprio animal ou paciente (fragmentos de órgãos e tecidos, sangue, secreções, excreções, cálculos, fezes, urina, culturas microbianas e outros), e são destinados somente para este paciente. Os Heteroisoterápicos são isoterápicos cujos insumos ativos são externos ao paciente como (alérgenos, alimentos, cosméticos, medicamentos, toxinas, poeira, pólen, solventes e outros), que de alguma forma o sensibiliza, elaboradas conforme a farmacotécnica homeopática.
São feitos a partir do agente causador da doença ou do desequilíbrio. Exemplo: parasita, fungo, bactéria, vírus e órgãos lesionados. O Nosódio vivo é preparado com agentes vivos, podendo ser aplicado somente nas potências acima de 6CH (segundo MAPA). Se envolver organismos que contaminam agressivamente, adotar Dinamizações acima de 12CH. Quando há dificuldade em conhecer o preparado homeopático mais semelhante ao adoecimento do animal, o Nosódio é o recurso que atende várias situações da unidade ou do sistema produtivo. Antes de fazer o Nosódio, a praga deve estar com toda sua força, com toda sua agressividade, use o inseto que ataca.
Quando a sustância original a dinamizar não é solúvel em água, álcool etílico ou glicerina. Nestes solventes, precisa-se utilizar lactose ou sacarose, realizando-se movimentos para triturar a substância com o pistilo de porcelana, contra as paredes do recipiente. Então, a trituração é feita na proporção de 1% da substância ativa em lactose. Divide-se a lactose em TRÊS porções. Toma-se cada uma destas porções, e se coloca no gral de porcelana e tritura durante 6 minutos. Como a mistura da lactose com a substância fica fortemente aderida nas paredes do gral, é necessário raspar, com uma espátula também de porcelana, as paredes do gral, fazendo com que a lactose possa ser novamente triturada, por mais 6 minutos, e novamente raspada. Ao segundo terço da lactose, repete-se o procedimento. Adiciona-se o terceiro terço da lactose e, repete-se, pela última vez. Assim, depois de 1 hora, obtemos a primeira trituração – centesimal – da substância. Fazendo isto mais uma vez (mais uma hora) e, ainda outra vez (uma terceira hora), chegamos à terceira trituração centesimal da substância, que pode ser solubilizada em solução hidroalcoólica. A Dinamização continuará conforme a forma tradicional, através da diluição e da agitação. As agitações podem ser feitas manualmente (através de movimentos ritmados do antebraço, de batida contra o anteparo) ou através de um equipamento chamado de: braço mecânico. Os medicamentos assim produzidos são chamados de CH, porque foram diluídos através da escala Centesimal Hahnemanniana (CH).
Para designar medicamentos homeopáticos, podem ser utilizados Nomes Científicos, de acordo com as regras dos códigos internacionais de nomenclatura botânica, zoológica, biológica, química e farmacêutica, assim como Nomes Homeopáticos consagrados pelo uso (constantes em farmacopeias, matérias médicas, repertórios ou obras científicas reconhecidas pela homeopatia). Exemplos: Apis mellifica, Bryonia alba, Chelidonium majus, Conium maculatum, Digitalis purpurea, Lycopodium clavatum. Nomes Abreviados: o nome abreviado do medicamento pode dificultar a compreensão do receituário. Medicamentos de origem química são permitidos, além do nome científico oficial, aquelas designações consagradas pelo uso na homeopatia. Exemplos: - Barium e seus compostos - Baryta e seus compostos; Bromum e seus compostos - Bromium e seus compostos; Calcium e seus compostos - Calcarea e seus compostos; Sulfur e seus compostos - Sulphur e seus compostos. Medicamentos químicos, ácidos e sais, de natureza orgânica ou inorgânica, além da designação química oficial, também se permitem em primeiro lugar, o nome do elemento ou do íon de valência positiva e, em segundo lugar, o de valência negativa em seus compostos, Exemplos: Acidum aceticum ou Acetic acidum; Acidum benzoicum ou Benzoic acidum; Acidum lacticum ou Lactis acidum; Acidum sulfuricum ou Sulphuris acidum.
Escala: é a proporção entre o insumo ativo e o insumo inerte empregada na preparação das diferentes Dinamizações. As formas farmacêuticas derivadas são preparadas segundo as escalas (ANVISA, 2011a; Homeopatia Veterinária 2009; MINHO, 2006).FHB., Em homeopatia são usadas as escalas homeopáticas e as quantidades se expressam em POTENCIAS, neste caso CH , no entanto, em Alopatia não são usadas escalas homeopáticas e as quantidades dos ativos se expressam em miligramas, gramas , quilogramas .
Escalas: Centesimal, Decimal e Cinquentamilesimal. Escala centesimal (CH): apresenta a diluição de 1:100, 1 parte de insumo ativo em 99 partes do insumo inerte; Escala decimal (DH): é realizada a diluição de 1:10, 1 parte de insumo ativo em 9 partes do insumo inerte; Escala cinquentamilesimal (LM): utiliza a proporção 1:50.000, 1 parte de insumo ativo em 49.999 partes do insumo inerte.
Os medicamentos ao tratamento alopático se expressam em microgramas, miligramas, gramas, quilogramas, Unidades Internacionais (U.I.), etc. No entanto, os medicamentos homeopáticos como atuam não somente em sua capacidade medicinal, mas principalmente por causa de suas energias especificamente medicinais liberadas através dos processos de dinamização, a dosagem, no sentido comum, tem importância secundária, e está respectiva e estritamente ligada à escolha da potência. O medicamento homeopático não atua no sentido de substituição, de supressão, de bactericida, etc., mas sim, atua no sentido de regular todo o organismo. Não é determinante a força do estímulo estabelecido, mas a intensidade da reação. Por isto não há instruções fixas de dosagem para o medicamento homeopático. A homeopatia não trata a doença e sim o indivíduo doente. Os medicamentos homeopáticos não caem em desuso. A redução da substância medicinal através de processos graduais de Dinamização não significa a queda de eficácia do medicamento. Potências baixas atuam no corpo material, potências médias nas funções vitais e as mais altas no comportamento do animal. O comportamento é mais importante que o corpo material. As potências altas também podem influenciar enfermidades meramente orgânicas, vez que essas são causadas por disfunções de centros mais importantes. Alguns medicamentos fazem efeitos contrários em diferentes potências. Por exemplo: Hepar sulphur 3D estimula a supuração em casos de abscessos, e sua potência 30 D força sua reabsorção por via sanguínea e linfática. Outros medicamentos homeopáticos têm uma afinidade específica com determinados órgãos e tecidos (Organotrópicos e Histotrópicos). Outros são mais indicados num estágio mais específico da doença. Os limites da homeopatia são determinados pela qualidade dos homeopatas que a aplicam, pela capacidade de reação do organismo a um tratamento perto de óbito, fraturas de ossos, rompimento de ligamentos, tendões, lesões ou deslocamento de órgãos internos onde o tratamento homeopático tem pouco sucesso. Até pode auxiliar à terapêutica do pós-operatório e minimizar a incidência de recaída após cirurgias. Os medicamentos homeopáticos não têm efeitos colaterais, não criam imunossupressão, não sobrecarregam com seus produtos de reabsorção, nem os órgãos secretores, nem os órgãos de desintoxicação. As recidivas são cada vez mais raras após um bom tratamento com homeopatia. Não provocam alergia, nem de resistência, já que eles não matam o agente patogênico, ao contrário, tiram-no de seu espaço vital através de mudança de meio. Auxiliam o organismo na luta contra a doença. Estimula-se a capacidade de reação própria do corpo. Não há nenhum resíduo de medicamento em produtos animais após tratamento homeoterapêutico.
Quando empregamos ativos ou complexos homeopáticos para produzir formulações ou produtos homeopáticos, é necessário sempre ter presente o critério de potência, e para isto trabalhar acima ou abaixo do número de Avogadro, para obtermos a eficácia adequada para combater a doença especifica e atuar no animal ou população de forma total. Os cientistas acreditam que a lei de Avogadro anuncia basicamente com toda probabilidade que não haverá possibilidade de nenhuma molécula de qualquer substância dilua a 6,02 vezes 10²³. O nível exato de ultramolecularidade depende da concentração da substância original. Ainda que os medicamentos homeopáticos possam ser diluídos até que deixem de conter moléculas da substância original, sempre ficará o modelo desta. No entanto, sabemos que por esse e outros fatores, determinadas patologias ou doenças respondem a diluições (potências) baixas, outras a meias ou altas. No início do século XX o professor de química da Universidade de Paris, Jean Baptiste Perrin, estimou a constante de Avogadro como um número entre 6,5 x 10²³ e 7,2 x 10²³. Como consequência, recebeu o prêmio Nobel de física em 1926, e pelo aperfeiçoamento dos experimentos e dos métodos de cálculos, chegou-se ao seguinte valor: NA = 6,02214129 x 10²³ mol -¹. Em homeopatia, usa-se 1 grau ~ 0,06 mg/6,02214179 x 10²³ e 10²¹ = CH12 > 1ª Dinamização sem substância ponderal. A constante de Avogadro possui 23 zeros, e a cada diluição de 1/100 dois zeros são consumidos, e disto resulta que em uma diluição de 12CH, os 24 zeros são consumidos. Se não há mais um só átomo ou molécula do soluto no solvente, como é possível haver uma ação farmacológica onde não há mais substância para atuar, e disparar um receptor? Está comprovado há muito tempo que uma diluição bem mais alta, mesmo acima do primeiro zero farmacológico, ainda promove uma ação terapêutica.
Policresto do latim polycrestus que significa muitas aplicações, são medicamentos homeopáticos utilizados com frequência na prática clínica diária.Também existen os medicamentos semipolicrestos mas não tem utilização tão frequente e com uma abrangência de síntomas menor que os policrestos. Policrestos são sustâncias ativas homeopáticas usadas para diferentes fins. Exemplo de medicamentos homeopáticos Policrestos : Aconitum napellus, Arnica montana, Bryonia Alba, Carbo vegetabilis, Chamomilla Matricaria, China Officinalis, Dulcamara, Hepar sulfur, Huoscyamus, Hyociamus Niger, Mecurius vivus, Nux vomica, Sulfur, Stramonium Datura, Veratrum album, Arsenicum Album, Belladonna, Calcarea Carbonica, Causticum, Ipecacuanha, Lachesis, Lycopodium Clavatum, Mercurius Solubilis, Phosphorus, Pulsatilla,- Rhus Toxicodendron, Sepia Officinalis, Silicea, Sulphur, Veratrum Album. Exemplo de medicamentos homeopáticos Semi policrestos : Antimonium Crudum, Antimonium Tartaricum, Aurum Metallicum, Baryta Carbonica, Cannabis Sativa, Cantharis Cicuta Virosa, Coccus Cacti, Coffea Cruda, Colocynthis, Conium Maculatum-, Digitalis Purpurea, Drosera Rotundifolia, Ferrum Matellicum, Graphites, Ignatia Amara, Iodum Metallicum, Kalmia Latifolia, Ledum Palustre, Magnesia Carbonica, Margnesia Muriatica, Natrum Carbonicum, Natrum Muriaticum, Nitricum Acidum, Nux Moschata, Opium, Petroleum, Phosphoricum Acidum, Platinum Metallicum, Spigelia, Stannum Metallicum, Staphysagria, Stramonium, Tartarus Emeticus, Thuja Occidentalis, Zincum Metallicum. Na realidade não existe um absoluto consenso em relação a este listado de policrestos e semipolicrestos devido a prática clínica de cada homeopata pois uns consideram a lista mais ampla e outros mais curta, as vezes determinados semipolicrestos consideram-se policrestos ou vice versa. Por último, existe a tendência de que cada homeopata com sua prática clínica pode estabelecer seu próprio listado de policrestos, da mesma forma os laboratórios que produzem medicamentos homeopáticos baseados em seus testes in vitro e de campo, classificando este segundo como experimentais.
Os medicamentos homeopáticos devem ser conservados em local seco e arejado, ao abrigo de sol, umidade, cheiros fortes, calor e afastados de aparelhos que emitam radiações (TV, telefone celular, computador, rádio, micro-ondas, etc).
A microdose não é um novo procedimento, nem se trata de manejar medicamentos em doses diminuídas até milésimas das utilizadas classicamente em terapias médicas. Deve-se notar que microdoses se parece à homeopatia somente devido a que ambas utilizam quantidades de medicamentos muito pequenas. As bases teóricas de microdoses são as de alopatia, em quantidades mínimas. Se está chegando a uma conclusão definitiva: uma vez que demonstre que as quantidades em milhares de vezes menores de fármacos (industriais, herbolários, tissulares) são efetivas para o tratamento de diversas patologias. Condicionar o emprego de quantidades “macro”, isto é, as doses atualmente alopáticas necessitarão de normas rígidas nos casos muito especiais, para se evitarem os padecimentos por efeitos.
Não, mas o mais correto é decidir por uma das duas terapias. É necessário então na recuperação ter em conta as tendências no uso de produtos homeopáticos Unicista, e a homeopatia Multicista.
Diz-se que mais de 80% da população mundial faz uso de plantas medicinais/fitoterapêuticas. Frequentemente se associa homeopatia com uso de plantas medicinais e terapias naturais com fins terapêuticos (balneoterapia, hidroterapia, aplicação de argilas, banhos de sol, ortomolecular, macrobiótica, essências florais e óleos essenciais). No entanto, a homeopatia usa como ingredientes plantas, minerais e partes de órgãos doentes ou sadios para a preparação de seus remédios, mas se difere farmacotecnicamente com o uso de fitoterapia. Os fitoterápicos podem apresentar uma ação sinérgica quando se associam a ingredientes ou produtos homeopáticos, ou seja, integralmente, quando não é possível empregar combate químico, por falta de controle destes últimos ou por problemas de residualidade ou toxicidade nos animais e seus derivados (leite e carne), pode ser uma valiosa alternativa esta associação.
Vitalismo é uma doutrina que afirma a necessidade de um princípio irredutível ao domínio físico-químico para explicar os fenômenos vitais onde a homeopatia também pode ter alguma fundamentação. Segundo nossa concepção, as bases da homeopatia veterinária nos tempos atuais deverão evoluir mais além do fundamento que deu sua origem e renovar-se com as novas tecnologias que nestes últimos decênios as ciências tenham desenvolvido. A ação dos produtos homeopáticos pode também explicar-se de forma físico-energética, seguindo as leis da física quântica e não somente na química. Enfim, existe realmente uma corrente elétrica catalisadora nos organismos vivos (vegetais ou animais), a qual promove as reações bioquímicas características, ainda não muito capazes de serem identificadas e mensuradas. Devido a estas dificuldades tecnológicas atuais para caracterizar e quantificar cada efeito desta força vital, é possível que em diferentes indivíduos sadios, numa mesma condição etária, física e ambiental, possam reagir ou atuar regularmente da mesma maneira que quando ocorre instabilidade do estado vital.
A resposta com toda segurança é sim. No momento em que tratamos a gestante, também estamos tratando os lactantes. Por isto, em homeopatia podemos chegar a qualquer etapa da vida e manejar a enfermidade sem nenhuma preocupação.
Sim, e também algumas doenças psíquicas dos animais de estimação, tais como o medo às tempestades, etc.
O Médico alemão Samuel Christian Frederick Hahnemann, desde 1789 desenvolveu o princípio básico da homeopatia utilizando Medicamentos Dinamizados, ou preparados a partir de substâncias animais, vegetais, minerais ou tecidos doentes, consequentemente, podem-se medicar animais e vegetais com substâncias inócuas em termos químicos e de residualidade.
1- Em um período mínimo de 4 meses de tratamento diário, e respeitando as doses indicadas, diminui a mastite subclínica em mais de 80%; 2- Em um período mínimo de 4 meses de tratamento diário, e respeitando as doses indicadas, diminui a mastite clínica em mais de 80%; 3- Em um período de 4 meses ajuda a reduzir no mínimo 60 % das células somáticas no leite provenientes da mastite subclínica (ver pirâmide de fatores que causam as ccs); 4- Diminuição de custos por uso de antibióticos, soros, quimioprofiláticos, anti-inflamatórios e vacinas antimastiticas em vacas secas e em lactação; 5- Auxilia no incremento da produção de leite nas vacas tratadas; 6- Zero descarte de leite durante todo o tratamento; 7- Diminui a positividade de quartos afetados por mastite subclínica; 8- Diminui a agressividade (++ e +++) dos quartos afetados por mastite subclínica; 9- Melhora a força vital do animal e a saúde coletiva do rebanho; 10- Melhora o aspecto e integridade da pele e pelo, assim como o aspecto e conformação do úbere; 11- Auxilia ao longo do tempo, a incrementar os sólidos totais do leite; 12- Incrementa a digestibilidade dos animais que consomem o produto, e consequentemente, unido a diminuição da mastite e células somáticas, gera um incremento da produção de leite; 13- Diminui novos casos de infecção por mastite em vacas paridas e novilhas de primeiro parto; 14- Diminui o tempo de duração da infecção.
Os quartos com XXX devem ser secados e continuar o tratamento com Mastite Cell.
a) Idade: as vacas com mais de 7 anos de idade que possuem altos índices de células somáticas devem ser eliminadas do rebanho. Caso seja uma vaca com alta produção de leite, recomenda-se fazer a transferência de embriões. b) Tempo em lactação: animais com mais de 300 dias de lactação devem ser secados, objetivando evitar a ocorrência de mastite na próxima lactação. c) Se tem ou teve tristeza parasitária, leptospirose ou realizado outro tipo de tratamento: tratar urgentemente, caso contrário continuará incrementando as células somáticas; d) Recentemente parida: não coletar seu leite nem misturar com no tanque das demais (colostro). e) Se é novilha de primeiro parto: duplicar as doses com Mastite Cell. f) Caso tenha problema de casco: tratar o casco, pois este animal, até não ser resolvido este problema, certamente terá alto índice de células somáticas e mastite. g) Vacas que possuem XX e XXX: duplicar a dose diária de Mastite Cell.
Nos casos onde os animais apresentem quadros agravados de mastite em curso, sendo ela clínica ou subclínica, recomendamos que a dose dos animais seja duplicada e o acompanhamento sobre ele seja atencioso. Nutrir bem o animal para que seu organismo possua reservas e não gaste mais energia para mantença e sim, para expulsar a infecção que se apresenta.
A resposta é não. O produto quando administrado além da dosagem recomendada por dia não ocasiona nenhuma ação prejudicial e não provoca nenhuma alteração no organismo que possa causar efeitos secundários nocivos para o animal.
O produto deve ser armazenado em locais secos e arejados com abrigo da radiação solar e de outras ondas eletromagnéticas. Recomenda-se armazenar em locais altos do solo, longe dos roedores e de umidade.
A Homeopatia baseia-se na lei dos semelhantes, onde pela frase “similia similibus curentur” (o semelhante curado pelo semelhante), vem auxiliar e incrementar o sistema imune dos animais, tratando de induzir o corpo do animal a combater a doença que o acomete. A formulação é composta por princípios ativos naturais, que não geram resistência no organismo animal, diferentemente dos alopáticos, que através das moléculas químicas seguem a lei dos contrários, gerando resistência aos princípios ativos nos organismos tratados.
Existem algumas técnicas e testes que auxiliam os produtores na detecção das mastites clínicas e subclínicas do rebanho lactante. Para a detecção das mastites clínicas temos a caneca de fundo preto a disposição, uma caneca cujo fundo possuiu tom de preto e é utilizada anteriormente a ordenha, após o pré-dipping tira-se os primeiros três jatos de leite nesta caneca, caso apareça algum grumo ou o leite apresente outras alterações em sua composição o teto do qual foi tirado o leite apresenta-se positivo para mastite clínica. Para a detecção das mastites subclínicas temos o California Mastitis Test (CMT), também conhecido como teste da raquete. Somente após os primeiros jatos, tira-se o leite nos compartimentos da raquete e adiciona-se o reagente, agitando-se a raquete com a mão e posteriormente a homogeneização, realiza-se a leitura. Caso o leite apresente-se com um estado gelatinoso é considerado positivo a mastite subclínica.
Os testes existentes para a detecção das mastites a campo são grandes ferramentas para os produtores de leite, fazem parte do controle das mastites nas propriedades. Principalmente o teste com reagente C.M.T. que indica a infecção subclínica nos animais, por que? Pelo fato de que a mastite subclínica não apresentar sintomas que possam ser notados visualmente, então por muitas vezes, os produtores acham que as vacas não estão com mastite por não apresentarem inchaço, febre, vermelhidão no úbere ... que são sintomas característicos das mastites clínicas, e portanto, não tratam estes animais. Recomenda-se utilizar o teste da caneca de fundo preto diariamente, enquanto que o teste de raquete (CMT) recomenda-se efetuar semanalmente ou quinzenalmente.
O produto não causa problemas secundários, não gera resistência, não agride o organismo, e também, não cai em desuso. O tratamento deve continuar a estimular as linhas de defesa do organismo, continuar a fortalecer o sistema imune animal. O que ocorre é a diminuição da dosagem nos animais conforme os níveis de infecção do rebanho forem baixando. Com isso, ao invés de fornecer 20g por dia, oferta-se 15g dia/animal.
A mastite crônica é formada com constantes infecções más resolvidas, onde a bactéria continuou a colonizar o interior do úbere, duplicando-se cada vez mais, fazendo com os tecidos epiteliais que secretavam leite se tornem em tecidos conjuntivos que não produzem, ocasionando fibrose no parênquima mamário. Assim, nenhum tratamento consegue ser efetivo e tornar aquelas glândulas secretoras de leite novamente. Estes animais continuam a contaminar o restante dos outros na sala de ordenha, no campo, nas instalações, disseminando bactérias. Recomenda-se o descarte ou a retirada da propriedade destes animais.
Tanto como nos quadros clínicos, como nos casos de agravação, os animais tendem a expor a infecção ao exterior da glândula, secretando grumos, pus, secreções sanguinolentas... Além de prestar uma atenção específica para estes animais, recomenda-se os ordenhar mais vezes durante o dia, retirando em poucas parcelas, as secreções presentes, pouco a pouco, não propiciando que ela se aglomere e se fortaleça, pois quanto mais auxiliar o organismo na retirada dos agentes microbianos para fora do úbere, mais condições de controlar e combater a mastite ocorrerá.
A recuperação é variável, pois depende de uma série de fatores comuns e individuais de cada propriedade. Por exemplo: depende de qual mastite esta acometendo o rebanho, do valor da CCS e CBT, do grau de infecção, do manejo adotado, da raça animal explorada, na higiene do ordenhador, no cuidado com o tratamento... Muitos parâmetros podem determinar este período, mas, cabe aos produtores, seguirem as recomendações prescritas no produto, bem como, da orientação veterinária.
O produto destinado ao controle e combate das mastites bovinas não possui contra indicação, podendo ser utilizado nas diversas categorias da bovinocultura de leite, como: vacas em lactação, vacas secas e em novilhas.
A resposta é não. A homeopatia provoca estímulos no organismo animal para que o mesmo de forma reforçada combata e expulse a infecção e os micro-organismos. Os efeitos bactericidas são causados por produtos alopáticos, onde a lei dos “Contrários” prevalece, e onde também, o processo de resistência é gerado.
A higiene na produção de leite é um dos elementos fundamentais para o controle das mastites no rebanho, pois, tanto como as mãos do ordenhador, as instalações, os pisos, o úbere, os tetos, são áreas onde os micro-organismos costumam a ser disseminados e vetorizados. É de fundamental importância manter sempre um estado limpo na produção, com a utilização de produtos germicidas, bactericidas, assépticos de comum acesso, mantem-se o ambiente higienizado e sem riscos de mais infecções. A higiene na produção pode evitar a chamada “contaminação cruzada”, que geralmente ocorre entre os animais portadores de mastites subclínicas com animais não portadores, assim, disseminando e infectando outros animais.
A ordem de ordenhar os animais também enquadra-se no controle da mastite no rebanho. A ordem deve ocorrer de forma que: as vacas primíparas (de primeira cria) sejam ordenhadas primeiro, seguidas das vacas de alta lactação, passando para as vacas de lactação média e por fim, ordenhar as vacas que apresentarem quadros de mastite. Esta ordem diminui as chances de contaminação cruzada entre os animais positivos a mastites e aqueles negativos.
Os animais de produção possuem biótipos e características que os fazem específicos para diferentes explorações pecuárias, dentre elas a leiteira. Saber subministrar os alimentos necessários a suas exigências diárias é de extrema importância do ponto de vista nutricional, sanitário e de produção. Nutrir bem os animais faz com que eles possuem bases e recursos no organismo para a mantença e para a produção, mantendo os níveis orgânicos em equilíbrio proporcionando uma forte imunidade, caracterizando o estado de saúde. A nutrição deve ser a base de qualquer controle sobre qualquer enfermidade que acometa o rebanho.
A resposta é não. Por que? Pelo simples fato de que o produto homeopático Mastite Cell é natural e não deixa nenhum resíduo no leite dos animais. Pode ser dosado sem preocupações, sem descartes, propiciando a produção de leite orgânico.
O produto Mastite Cell não é exclusivo para as vacas lactantes do rebanho, e sim, também para as vacas secas e novilhas que estão nos períodos de descanso e gestação no campo. É de extrema importância fornecer o medicamento para estes animais durante este período. Por que? Os diversos micro-organismos causadores de mastite podem estar em muitos lugares da propriedade, propiciando infecções durante este período de gestação e descanso dos animais, assim, possuindo livre acesso para desenvolverem mastites, na maioria das vezes, de forma clínica. Após aquele período quando voltam para a sala de ordenha, estes animais já apresentam sérios casos de mastite causando perdas na produção, descartes de leite, danos ao animal e principalmente contaminando os demais animais de ordenha.
A administração do produto pode se dar de forma bem variada nas diversas propriedades leiteiras existentes, pois, cada uma emprega manejos diferenciados, cabe então, adequar a dosagem do produto ao manejo utilizado geralmente. Para as propriedades que possuem sistemas de alimentação que empregam cochos individuais, recomendamos a dosagem individual (animal por animal), utilizando uma colher dosadora de 10g, colocando o produto por cima da ração dos animais. Para as propriedades que empregam o sistema coletivo de alimentação, recomendamos que seja feito um cálculo de quantos animais serão tratados pela dose do produto, para saber qual a quantidade de medicamento que deverá ser misturado na ração total dos animais, suplemento ou sal. A mistura deve ficar de forma homogênea.
O Complexo Homeopático Mastite Cell possui forma de “pó”, seu fornecimento deve ser juntamente a alimentação dos animais, ou seja, pode ser administrado de forma misturada na ração, suplemento mineral ou proteico, sal mineralizado e sal comum. Sempre tendo em conta e de forma assegurada que os animais irão ingerir a dosagem recomendada por dia, que é de 20 gramos (10g por ordenha).